quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Um aniversário, dois bolos


Um bolinho para cada amigo.


Esse ano não pudemos fazer festa para comemorar o aniversário dos meninos. No entanto, aniversário significa bolo, não é verdade? Para não deixar a tradição passar em brancas nuvens, decidi fazer, para os coleguinhas de sala do Rafa, o bolo preferido dele, de fubá.

 

Fiz a massa e as assei em forminhas de cupcakes. Coloquei cada uma num saquinho plástico e, por fora, um bilhetinho do Rafa e a receita do bolo.



 

O Rafinha ficou feliz de compartilhar seu bolo com os amigos, claro, mas, na volta pra casa, queria saber: “Mãe, quando é que vai ser meu bolo de aniversário?” lol Por que bolo de fubá não pode ser bolo de aniversário??? Não teve jeito...


Bilhetinho com a receita para a mãe do amigo.

No fim de semana, com mais tempo, improvisei um bolo que acabou por se tornar “o” bolo, marco histórico entre os meninos: uma simples cobertura de brigadeiro e um “R” bem grande feito com M&M. Sucesso total! E eu gastando rios de dinheiro com bolos comprados em confeitarias... 



Confeitarias: tremei! LOL


Alguém gosta de bolo de fubá? A receita do bolo de fubá mais delicioso desde sempre você encontra aqui. 





sábado, 27 de agosto de 2011

Mousse de Chocolate: toda semana merece um dia vermelho


Ai, ai... o time verde está perdendo...


Há uns dois anos, perdi quase 18kg, alguns já recuperados, infelizmente. A experiência inseriu a atividade física na minha vida e me levou a muitos questionamentos sobre o quê comer, quando, porquê e em qual quantidade.

 

Acontece que sou uma formiguinha: adoro tudo que é doce e já troquei muitas refeições pela sobremesa! Lol Além disso, meu metabolismo é baixo (devido a uma vida inteira de sedentarismo).


Eu comprei essas pequenas xícaras só prá isso... lol

 

Atualmente, estou fazendo um “experimento científico” para tentar medir a quantidade de “deslizes” que cometo, ou seja, a quantidade de dias no mês em que “chuto o pau da barraca” e como aquilo que sei que me engorda.

 

Marco num calendário, que preguei no espelho do meu closet, a seguinte legenda:

 

Vermelho = como coisas doces e/ou gordurosas e não faço atividade física (bad, bad girl...)

Azul = como alguma coisa como as mencionadas acima, mas vou pra academia ou não as como, mas também não vou treinar (lazy, lazy girl...)

Verde = fico dentro dos limites estabelecidos, me comporto bem e ainda vou treinar (well done!).



É muito, muito, muito bom... 

A idéia é que os verdinhos vençam, concordam? O efeito surpresa do experimento é que, como sou competitiva, tenho tentado controlar a quantidade de azuis e vermelhos, para estimular os verdinhos a se reproduzirem... Pela foto, vocês já sabem qual cor está em último lugar... LOL



Ih! Já acabou????????

Porém, como eu sou eu e já estou numa idade que permite reconhecer meus limites, decidi que toda semana tem que ter um vermelhinho, para vida não ficar tão amarga... O vermelhinho dessa semana foi uma mousse de chocolate que vi no livro Cozinha Passo a Passo – Chocolate. Foi amor à primeira vista: apenas chocolate e ovos, zás-trás!



Mousse de Chocolate Fácil

 

200 grs de chocolate meio amargo (usei 55% cacau)

6 ovos

 

Derreta o chocolate, acrescente as gemas e bata bem. Quando estiver morno, acrescente as claras batidas em neve. Geladeira por 3 horas.

 

Considerações pós-preparo: da próxima vez, vou usar menos gemas, talvez umas 4, mas a mesma quantidade de claras em neve. Acho que ficará mais leve. 



terça-feira, 23 de agosto de 2011

Patchwork com hexágonos



O hex-along que vinha participando, no blog da Mel, infelizmente acabou... =( Mas a minha paixão pelos hexies continua efervescente! Andei comprando tecidos novos e fazendo mais algumas dezenas de pequenos hexágonos. É muito, muito relaxante...

 

Enquanto isso, o meu tecido, ainda sem destino certo, vai crescendo, como vocês podem ver pelas medidas nas fotos abaixo:



 

Apesar do centro em tons de vermelho, optei por inserir novas cores e deixar o tecido final bem colorido. Quero muito ter coragem de concluir um quilt para a minha cama, que é tamanho king... Mas não sei se terei a disciplina necessária...



 

Não sei se com vocês ocorre o mesmo, mas eu sou uma mulher de fases: tem tempo que só quero saber de ponto cruz. Outra época, só me interessam os tecidos e o patchwork... Tem também o tempo da leitura e o tempo da culinária... Como diz meu marido, eu tenho todas as minhas janelas abertas, apenas baixo as cortinas de algumas delas de vez em quando... lol

 

Quanto tempo eu levaria para concluir um quilt desse tamanho e quantos hexies seriam necessários no total? Fiz uma continha rápida e, por alto, estimo que serão necessários 3.420 hexies!!! Quanto ao tempo... mistério! =D



domingo, 21 de agosto de 2011

As frutas “mais preferidas” do Rafael


O Rafinha e suas maçãs "grandonas".


Esses dias, arrumando caixas antigas, encontrei dois bordados em ponto cruz que comecei, mas deixei inacabados, há muitos anos. Um deles, ainda com a agulha que utilizava à época, já enferrujada! lol

 

Eu pretendia mandar emoldurá-los para a cozinha, mas nunca os conclui. Quando os encontrei, chamaram a atenção o estado de conservação do cânhamo (sem manchas amareladas) e a firmeza das cores (são realmente muito, muito antigos, devem ter mais de quinze anos).


Malus pumila! lol

 

Lembrei que aqueles bordadinhos foram um desafio pela quantidade de cores. A maçã e a pêra tentam representar, realisticamente, as cores de seu amadurecimento. Logo abaixo, o nome científico da planta e um esboço de seu interior, como se fosse a gravura de um livro de botânica. Lindo, lindo...


Vejam o detalhe da agulha enferrujada... lol

 

A coincidência é que elas são, exatamente, as frutas “mais preferidas” do meu pequenininho. Dá gosto de ver ele na pontinha dos pés tentando alcançar as maçãs e as pêras na fruteira. As mãozinhas pequenas segurando maçãs “grandonas” ou o pedido por uma pêrinha “descascadinha”.


É uma maçã muito grande para uma boca tão pequenina... 

Quando eu era pequena, maçãs eram luxos para quando estivéssemos doentes. Meu pai as trazia de uma cidade próxima. No dia a dia, havia somente laranjas, bananas e mamões.

 

Isso foi se modificando com a globalização e com o aumento do nosso poder de compra, claro. O fato é que tenho uma coisa mal resolvida com maçãs até hoje: elas fazem parte das minhas sobremesas favoritas!

 

Fiquei pensando em mandar emoldurar os bordados do jeito como estão... Afinal, eles têm uma história, não é verdade? 



quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Pillows & Cushions



Minha coleção de livros sobre craft ganhou mais um título: O Quick and Easy Pillows & Cushions. Foi presente de aniversário da minha amiga, Ana Bessa, e eu amei!



 

O livro está dividido em seções, por tipos de almofadas e travesseiros, e são 50 projetos com passo-a-passo. As fotos são lindas e os paps, super fáceis. Os modelos são bem contemporâneos, utilizam diferentes técnicas, como bordados, apliqués e patchwork.



 

Os primeiros projetos que vou executar, inspirada neste livro, serão as almofadas para os novos quartos da Clarice e do Bernardo, com os tecidos coordenados que escolhi para um e outro.



 

A almofada da Bibita será floral, em tons de lilás e rosa, como ela pediu. Para o Bernardo, escolhi tons azuis e verdes, do mesmo tecido com pássaros, borboletas e flores. 


tecidos para a Bibita...

... e para o Bernardo.


Estou em dúvida se uso os hexies, em um tamanho maior do que o que venho usando... Sugestões??  



segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Patchwork e uma experiência “quem não tem cão, caça como gato”


A capa pronta.


Conjunto coordenado, capa e dois panos de prato.


Fazia um tempinho que eu vinha pesquisando sobre as técnicas mais simples de patchwork, que me permitissem conciliar a ausência dos equipamentos adequados com um resultado final um pouco mais elaborado.

 

Como já comentei em outra oportunidade, sem os equipamentos adequados, marco o avesso do tecido com a ajuda de uma régua comum e corto com a tesoura, o que não assegura um acabamento perfeito, como podem supor... =\


Barra alinhavada à capa...

Mesmo assim, para presentear minha cunhada, a Lenis, e persistente como sou, resolvi fazer um conjuntinho com uma capa de garrafão e dois panos de prato coordenados, utilizando patchwork.

 

Os meninos já havia dormido quando comecei. Optei pelo tecido com morangos, em composé com o tecido vermelho de poás brancos. Cortei duas tiras do tecido de morangos e uma tira do tecido vermelho e as uni deixando o tecido diferente no meio. Passei e marquei com a régua pelo avesso, formando pequenas tiras. Cortei nos locais marcados.


Passo a passo número 1...

Costurei as tiras uma a uma, apenas “desencontrando” o tecido vermelho, sempre para baixo. Passei todo o avesso para abrir bem as costuras. Costurei, em cada ponta desta nova tira, um triângulo do tecido de morangos.

... e número 2...

Por último, cortei as sobras de tecido. Alinhavei o viés vermelho, tanto em cima quanto embaixo. Essa tira foi, então, aplicada sobre a capa de garrafão que já havia costurado previamente.



 

Para os panos de prato, uni tiras de diferentes larguras dos mesmos tecidos, arrematando com o mesmo viés vermelho.



 

Não ter os equipamentos certos fez com eu tivesse um pouco mais de trabalho, é verdade. Mas quem não tem cão, caça como gato mesmo, não é verdade? Às vezes é preciso adaptar-se às condições existentes, levar mais tempo para concluir algo, mas, como tenho fome de aprender, isso se torna secundário.

 

Resultado final: fui dormir quase às duas da manhã, mas tremendamente satisfeita com o resultado. Não ficou alegre?



sexta-feira, 12 de agosto de 2011

O Atelier na minha casa


Clarice (Bibita) e Bernardo com suas surpresas.


Desde quando comecei a aventura nessa blogosfera de meu Deus que acompanho o Atelier Caseiro, o blog/lojinha da Aninha, que mora no querido Rio Grande do Sul.

 

Eu vivia de olho nos rolinhos de lápis de cor, o jeito mais craft e fofo de guardar o material de desenho. Aí, resolvi encomendar dois rolinhos para presentear o Bernardo e a Bibita, meus sobrinhos. Para o Bernardo, meu artista, escolhi tecido de lápis de cor bem colorido. Para a Bibita, minha princesinha, a Thinker Bell, que ela adora!


Como é bom receber caixinhas como esta!

Eis que chego em casa e os encontro. O Bernardo me entrega um cartaz amarelo, todo desenhado e escrito: “Para a Titia”, com a letra bem caprichada e desenhos cheios de cores. Fico toda derretida com esses miminhos, como podem imaginar...


Esse selinho é muito fofo!

Como surpresa boa nunca é demais, na mesa da sala, a caixinha do Atelier, com o carinho da Aninha aparecendo em todos os detalhes. Caixa misteriosa e crianças são uma combinação infalível: sempre rende muitas risadas.


Os meus sobrinhos acompanharam a abertura da caixa e curtiram muito o presente. Já os meus meninos ficaram enciumados, querendo saber dos “seus” rolinhos, mas se animaram com a caixinha cheia de chocolatinhos, outra surpresa carinhosa do pacote.


Bilhetinho escrito à mão??? Luxo só!

Legos e Chocolate addict: resume o meu Guilherme... lol

 

Ainda recebi bilhetinho escrito à mão, o que adoro! Foi uma festa! O resultado: todo mundo em casa agora quer ter o seu próprio estojinho e os meninos estão até “criando” tecidos para os seus!!! Lol



Os meninos ficaram hipnotizados! Os lápis de cor nunca foram tão apreciados...

 

Além da originalidade, fiquei babando com o acabamento impecável e o cuidado com a embalagem. Sucesso total entre adultos e crianças! Obrigada, Aninha! Você fez um monte de gente sorrir, viu?



terça-feira, 9 de agosto de 2011

Encontro de Diferenças e um Fio Condutor


Você já provou sushi de doce de leite? E de chocolate? Não???


Já comentei aqui que meu irmão mora em São Paulo. Este ano, ele veio passar meu aniversário aqui em Fortaleza, o que foi muito legal.

 

Durante a estada dele por aqui, acabou ocorrendo um encontro, há muito esperado, entre mim e a Erilene, do Diário da Eri. A Eri é muito amiga do meu irmão, ambos jornalistas, mas não nos conhecíamos. Eles trabalharam juntos, num jornal local, e, depois que ele foi pra São Paulo, morar e trabalhar por lá, continuaram a amizade à distância.

 

Há alguns meses, conversando com Amauri pelo messenger, ele me disse que ela tinha um blog, como eu. Uma passada de olhos no blog da Eri e foi natural que eu passasse a segui-la: tornei-me sua leitora assídua.


Erilene e eu, encontro de blogs diferentes, mas com tanta coisa em comum...

Sua escrita é fluida, às vezes passional, e sempre, sempre, poética. Trata de temas do cotidiano, daquele jeito simples, como quem quer dizer nada, mas com uma profundidade que desconcerta.

 

Dos comentários nos respectivos blogs aos e-mails foi um pulinho, o que causou uma crisezinha de ciúmes no “patrono” da amizade! lol Assim, na segunda-feira, depois do meu aniversário, nos encontramos num sushi bar, eu ainda de roupa de ginástica, ela vindo do trabalho. Meu irmão estava lá para as introduções que nem foram necessárias.

 

Parecia que eu e Eri estávamos apenas nos reencontrando. O papo e as risadas rolaram soltos, sem formalismo e sem pretensão de ser. A experiência foi tão positiva que me deixou com vontade de encontrar todas as outras blogueiras incríveis que acompanho! Quem sabe??



sábado, 6 de agosto de 2011

Case para i-Pod




Você concorda com o pensador Domenico de Masi quanto à importância do ócio criativo? Eu concordo por princípio e já falamos sobre como o mundo atual tende a nos esmagar com seus ideais de produtividade, velocidade, sucesso a qualquer custo.


Esse foi o projeto inicial: i-Pod de um lado e cabos de outro.

Depois, com a ideia do Hilismar, o i-Pod passou para "fora" do case.


Mais que o ócio (artigo raríssimo para mim...), o que aguça mesmo minha criatividade são reuniões chatas e improdutivas. Numa delas, há algum tempo, saquei meu caderninho e comecei a rabiscar um case que abrigasse meu i-Pod (um modelo Nano), fones de ouvido e cabo.


Bagunça antes de começar...

Ocorre que, se sua bolsa é grande como a minha, chega uma hora em que os cabos estão tão emaranhados que fica tudo parecendo uma cena de Matrix Revolutions! =D


Aproveitei alguns retalhos...

Lembrando a minha questão utilitária, rabisquei um modelo que foi aprimorado, depois que o mostrei ao meu marido. Na idéia original, o i-Pod ficava de um lado e os cabos de outro. O Hilismar sugeriu que o i-Pod ficasse do lado de fora, protegido por um plástico, para que eu pudesse usa-lo sem precisar tirar! Os fones e os cabos, assim, ficariam dentro, cada um numa “página” do case.


O miolo foi feito de feltro.
E o plástico transparente veio de uma bolsa para guardar sapatos.


Aceita a contribuição, passei à realização. Usei como miolo de dois tecidos estampadinhos, um pedacinho de feltro, aproveitados de outra coisa. Na parte da frente, costurei um pedaço de plástico transparente, que reutilizei de uma daquelas bolsinhas de guardar sapatos. Para dar uma bossa, composé com poazinhos brancos sobre fundo vermelho.


Os elásticos servem para segurar os fones e o cabo de força.


Internamente, recortei as camadas de tecidos para fazer a abertura por onde o i-Pod seria colocado e arrematei a borda com o ponto caseado. Preguei dois pedacinhos de elástico, para segurar os cabos.


Fiz um corte, por onde entra o i-Pod...

E arrematei com ponto caseado.

 

Arrematei as bordas com viés vermelho, tendo o cuidado de alinhavá-lo antes de costurar, para não deixar nenhuma parte solta. Para fechar o case, um botão com uma laçada de fitilho vermelho.




Botãozinho e laçada de fitilho, para fechar.


Gostei muito do resultado final e, depois de concluído, percebi que não teria sido possível executar o primeiro projeto pelo volume do cabo e dos fones de ouvido. Outro ponto: talvez ainda substitua o sistema de fechamento por um pedaço de elástico, já que o botãozinho fica se abrindo.


Já com o viés vermelho aplicado em toda volta, dá prá ter uma ideia de como ficam os cabos.

E dá para mexer no i-Pod sem ter que tirar do case! lol


Então, o que acharam? 



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