domingo, 23 de dezembro de 2012

Um ornamento especial para a minha árvore de Natal




Eu e a Valérie, uma querida amiga que conheci aqui na blogosfera, passamos momentos de tensão recentemente. O terceiro ator neste suspense, infelizmente, era, novamente, o Correio brasileiro...

Ocorre que eu enviei um pacote para a Valérie, que mora na França, e esse pacote se extraviou... Entrei em contato com todas as instâncias da empresa, e ia ficando mais e mais chateada a cada envelope recebido em outra parte do mundo, postado por mim no mesmo dia do da Valérie. A logística evoluiu tanto em redor do globo e a gente confia cada vez menos nos nossos Correios?? Como assim?!




Ah, seria muito difícil repor os itens do pacote, garimpados ao longo de meses, em cidades diferentes do Brasil... Em outras palavras, eu não queria receber meu dinheiro de volta! Eu queria que a Valérie recebesse o meu presente! Quando o funcionário dos Correios disse que minha situação era “crítica”, perdi realmente as esperanças...

Eis que, após 5 semanas, a Valérie recebeu meu envelope! E na mesma semana eu recebo um envelope dela! A mágica do Natal começa...

A Valérie bordou um lindo ornamento para a minha árvore de Natal, além de enviar outros lindos itens alusivos à data e um tecido fofo.




Num delicado cartão, todos os seus desejos de um Feliz Natal já começavam a fazer sentido e tomar forma, afinal, tínhamos, ambas nas mãos, pedacinhos do carinho uma da outra! Merci, mon ami!

A todos os leitores, desejo um Feliz Natal, cheio de amor no seio de suas famílias, e que possamos caminhar em direção a um mundo mais fraterno e pacífico. Boas Festas! 



domingo, 16 de dezembro de 2012

Outro uso para o padrão “trança” (braid): almofada




Como comentado anteriormente, o padrão “trança” rendeu algumas horas divertidas à máquina de costura. Para algumas pessoas pareceu difícil, mas asseguro que não é nada complicado e que é muito, muito rápido.

Há tempos eu prometera um presente craft para a minha amiga de infância, Karla. Além de dona de uma Janome, seu apartamento é cheio de personalidade, com muitas referências regionais. Vejam a responsabilidade!




Pensei numa almofada, objeto que nunca é demais na casa de ninguém. Surgiu então, primeiro no Moleskine e depois na base de corte, um intercalado de tiras brancas e o patchwork trançado, lindo, lembrando um pouco as bandeirinhas de São João balançando ao vento... (tomara que ela entenda assim também e veja meu esforço em representar um pouco de nossas tradições).




Na parte central, Karla havia escolhido uma frase que mais parece um libelo anticartesiano: “eu não quero ter razão, eu quero ser feliz”. Letrinhas bordadas com o nosso velho amigo, o ponto atrás, em vermelho.

Para a execução, forrei a parte da frente com a manta acrílica e fiz o quilt reto, apenas seguindo as costuras. O fechamento, com um zíper coberto, foi uma espécie de debut: eu nunca havia fixado um zíper antes! Gostei do resultado, ainda que o zíper tenha ficado pequeno para a almofada.




Gostaram do resultado? O que teriam feito diferente?




(PS: Querida Karlota, cada pontinho está entremeado do meu carinho e da saudade da nossa juventude. Além disso, que as palavras bordadas possam eternizar a felicidade que desejo para sua vida e da sua família.)

domingo, 9 de dezembro de 2012

Cartões de Natal craft usando botões e feltro




Eu tenho tentado enviar cartões de natal sempre craft e diferentes a cada ano. Ano passado, bordei temas de Natal e fiz envelopes de tecido, lembram?

Esse ano, depois de uma extensa pesquisa na internet, resolvi me aventurar com o feltro e usar botões com as cores do Natal. Nada muito complexo, já que a quantidade a ser enviada este ano cresceu enormemente! Lol



Decidi fazer árvores, guirlandas e frutinhas. Comprei apenas feltro verde, botões verdes, vermelhos e dourados, de diferentes tamanhos, e uma cola com glitter, também verde. Usei ainda um fitilho decorado que a Gislene me deu no meu aniversário e que ficou lindo nos lacinhos pequenos.

Primeiro, cortei o feltro com a ajuda de moldes de papelão que eu mesma fiz. Para as árvores e guirlandas, costurei os botões no feltro cortado e, depois, colei cada peça com cola branca em meia folha de papel couchê “linho”, na cor “palha”. Achei que essa cor deixava o conjunto mais suave que o branco.




Depois de coladas – as árvores ou as guirlandas – fiz lacinhos e os colei também. Na árvore, fiz pequenos pontos de brilho com a cola glitter, nos espaços entre os botões.

Nos cartões com as frutinhas de natal, colei as folhas de feltro verde e, sobre estas, fiz os detalhes com a cola glitter. As frutinhas foram feitas com pequenos botões vermelhos, apenas colados com cola branca.




Gostaram da sugestão? Como puderam ver, há muita diversão em preparar seus próprios cartões de Natal. Eu amei criar e fazer e espero que cada amigo possa sentir-se homenageado ao recebê-los.


domingo, 2 de dezembro de 2012

“Just to say…”




Se tem uma coisa que sempre me surpreende é a gratidão. Acho esse sentimento tão bonito e, ao mesmo tempo, tão em baixa nesses nossos tempos cheios de egoísmo e necessidade de auto-afirmação que, quando acontece na minha direção, me enche de alegria e fé na humanidade.




Dia desses, cheguei em casa e havia um pacote me esperando, vindo de Portugal. Era da Ana Rita, do delicioso blog Il Mio Mondo a Colori, uma amiga querida que foi meu par na troca de verão do Blog Margaret Sherry Lovers. Para a Rita, mandei os mimos que mostrei aqui, lembram?

Ela, para demonstrar seu agradecimento, me enviou um cartão lindamente bordado, super bem finalizado (preciso aprender a fazer isso...). Além disso, bookmarks maravilhosos para a minha coleção, um bloquinho fofo e dois kits de ponto cruz que me deixaram sem fôlego.




Mas não acabava aí. Num outro pacotinho, miminhos para o Guilherme e o Rafael, que ficaram curiosos para saber quem era a amiga da mamãe que mandava presentes de outro país! Lol

Marca página de piratas e lápis decorados com as idades dos meninos? Oh, my... Só quem é mãe consegue entender a delicadeza do gesto. Na minha cidade natal, ouvia sempre se comentar que “quando se presenteia a criança, a boca dos pais é adoçada”. Verdade, não?

Rita, querida, agradeço de todo coração a sua atenção e gentileza. Nós amamos cada detalhe do seu presente, ficamos realmente emocionados! Obrigada!


domingo, 25 de novembro de 2012

Ainda sobre aproveitamento: padrão "trança" (braid)

Direito.

Como quem lê este bloguinho já sabe, estou envolvida num projeto de longo prazo, minha eterna colcha de hexágonos. Para este projeto, tenho recebido tecidos de amigas de todo lugar, desde pedacinhos até pedações.

Ocorre que sobram muitas tiras de tecidos e, como mostrado no post anterior, elas são absolutamente interessantes. 

Avesso.

Num belo dia, vi uma colcha linda da querida Cecília, do Quilts São Eternos, feita com o padrão chamado “Trança” (braid). Alguns tutoriais depois, o uso das tirinhas ganharam forma na minha cabeça e, depois, num teste na máquina de costura.

Mais difícil que acertar as tirinhas e costurá-las é, sem dúvida, conseguir harmonia, ou lidar com a total ausência de padrão. A primeira tentativa resultou em uma tira de patchwork bem colorida e, logo, todas as tirinhas haviam sido completamente utilizadas e eu já cortava novos tecidos! 



Aplicada na sacaria de algodão, a trança resultou num pano de prato bem diferente. As demais foram reservadas para um projeto muito especial, do qual falarei mais à frente. Espero que tenham gostado de mais essa sugestão para usar seus retalhinhos.

Boa semana, com paz e serenidade!


domingo, 18 de novembro de 2012

Como Aproveitar Tirinhas de Tecidos

Durante.

Patchwork é a arte de reaproveitar. Nada mais sustentável, concordam? Natural que a força deste craft tenha atravessado o tempo e encontrado sempre novos adeptos ao redor do globo. Existe uma certa magia em ver pedacinhos desconexos tornarem-se algo novo, criar um padrão, renascer em coisas diferentes...

Após cortados os hexágonos, sobram, às vezes, tirinhas de tecido que bem poderiam ir pro lixo, não fosse um olhar de reaproveitamento e uma dose de paciência – o que não faz a mal a ninguém, diga-se de passagem.


Antes.

A ideia não é nova e a tenho visto formas diferentes de aproveitamento em  alguns blogs.

Unidas, meio que por tonalidades semelhantes, as tirinhas viraram barrinhas de panos de prato. Para o acabamento, sobras de materiais os mais diferentes: fitas de gorgurão, bicos, vieses. Simples, barato e, perdoem esse auto-elogio, com um certo charme.


Depois.

Neste caso, não se busca a perfeição, apenas o colorido e a alegria. Coisas que também, convenhamos, não fazem mal a ninguém e podem energizar sua casa. Gostaram do resultado?


Detalhes...

Uma boa semana a todos!


domingo, 11 de novembro de 2012

A Caixa Mágica: Sugestão para embalagens




A Andréa me deu um dos melhores presentes de aniversário que já recebi na vida. Sério.

A gente nunca se encontrou, todos os nossos contatos foram apenas via internet. Nunca sequer nos falamos por telefone. Mas ela conseguiu enviar-me algo que, além de útil, é minha cara. São raras as pessoas que possuem essa competência, eu acho.

Leu um pouco da minha alma no blog, teve a sensibilidade de reconhecer alguns interesses e, voilà!, a caixa mais interessante que eu jamais esperei ganhar se materializou na minha frente. Cheia de coisinhas para me permitir brincar de criar embalagens. Não é uma ideia bacana??




Pois é, minha querida Andréa, tenho usado muito seu presente. Os pacotes dos amiguinhos dos meninos ficaram mais coloridos, completos com seus cartõezinhos e fitas. O Rafa disse que, finalmente, eu estava fazendo presentes “de verdade” pros seus amigos!! Lol

Adoro embalagens. Guardo pedacinhos de fitas, papéis; adoro usar coisas diferentes para embalar presentes.




Os paninhos de prato da última encomenda eu enrolei e coloquei numa sacolinha decorada com uma das muitas figuras vintage da minha Caixa Mágica. A tag, com detalhes de coisinhas para casa, permitirá à cliente escrever uma pequena mensagem no verso. Um pedaço de papel de seda faz um charme extra, ocultando um pouco o conteúdo do presente.

Gostaram? Essa minha Caixa Mágica não é mesmo um parque de diversões particular?? 


domingo, 4 de novembro de 2012

Panos de Prato em Patchwork e a utilidade das coisas




Bom, eu e a máquina de costura fizemos as pazes dia desses. Não era nada muito sério, apenas um enfado como aqueles que são comuns em casamentos longos. Um certo desinteresse mútuo, uma vontade de fazer outras coisas, preguiça de investir na relação.

Não, o amor não havia morrido. Estava mais era hibernando, sua chama trêmula, mas não apagada. Já sentiram isso alguma vez?? Não adianta forçar, não é mesmo? Paciência.

Acontece que recebi uma encomenda e o pedido dizia: “Quero somente com patchwork!”.




A discussão da relação era inevitável, precisaríamos aparar algumas arestas. Tiramos o pó de nós duas, arrumamos os argumentos sobre a mesa. Ela, usando seu vestido novo, presente de uma admiradora nada secreta, a Andréa Cordeiro. Eu, acabrunhada, envergonhada de ausência, nem conseguia colocar a linha direito...

Mas, como os velhos casais, bastou o primeiro toque, o fremir delicado dos nossos movimentos, e a velha sintonia foi restabelecida. O sono terminara e o amor, a velha chama, brilhou forte, nova de novo.




Paninhos realizados, saudade aplacada, restou aquela conversa num fio de voz. “Vamos costurar mais um pouquinho?” “Sim, estava com saudades...” “Nossa, eu também... Não sei como consegui passar tanto tempo longe de você...” “Não vamos falar do passado, vem cá...”.

Eu fui. 

Mas isso é uma outra história...


quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Bookmarks, Scrapbooking e uma “boquiabertice”




Há alguns anos eu botei na cabeça que queria aprender scrapbooking. Comprei várias revistas, achei que a arte tinha tudo a ver comigo. Fiz até uma oficina, na qual obtive relativo sucesso. E só.

Sabe essas coisas que não prosperam a despeito de sua vontade? Pois é... Minhas revistas, coitadinhas, não foram mais folheadas, jazem ao lado daquelas que entram e saem do revisteiro a cada novo projeto...

Aí, no trabalho, um grupo inquieto começou a fazer aulas craft ao final do expediente, cada um compartilhando com os demais suas habilidades e conhecimentos. Com isso, fiquei sabendo que a Cailiny fazia scrapbooking. E muito talentosamente.




Figurinhas trocadas, resolvi encomendar um bookmark para enviar à minha querida amiga Valérie, que mora na França e os coleciona, assim como eu. A “boquiabertice” do título desse post ocorreu quando a Cailiny me procurou para entregar os dois modelos que havia desenvolvido.

“Nossa Mãe de Deus! Que coisa linda!”, quedei boquiaberta.

Nunca, nem em um milhão de anos, eu conseguiria capturar tão bem a essência de alguém ou de um pedido, e transformar isso de maneira tão delicada, tão vibrante, tão acertada.

O primeiro, de borboletas, tem uma delicadeza angelical, primaveril, espero que encante a Valérie como me encantou. 




O segundo, bem vintage, me lembrou imediatamente de outra amiga; adoraria ver o provável sorriso que será esboçado quando o receber. Quem é? Segredinho, por enquanto. Que ela aguarde cartas e que aprecie a arte da Cailiny tanto quanto eu apreciei.




Cailiny, nem sei como agradecer de fato, você é uma artista! Obrigada! 




quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Linhas Escritas # Mães e Filhos




Nem me lembro mais onde vi a sugestão do livro Mães e Filhos, do autor irlandês Colm Tóibin. Apenas recordo que me chamou atenção o autor, por meio de contos, tratar desta relação, nem sempre fácil.

Terminei de lê-lo recentemente. Minha recomendação, dessa vez, é de um entusiasmo preocupado. Explico. O livro é um soco no estômago. Os contos são duros, desapaixonados, não têm açúcar, avental sujo de ovo, nem amor.

Nada do amor materno dos comerciais de margarina e leite em pó. Só a realidade seca das relações, dos seus descaminhos, do que às vezes escondemos debaixo do tapete por não combinar com o tal amor “incondicional” esperado haver entre mães e filhos.

O que dizer sobre a relação entre a mãe e o filho padre acusado de abuso sexual? O que vive o filho da mãe alcoólatra? E mãe que abandona o filho para seguir sua carreira musical?

Texto da divulgação: “As histórias de Tóibín indicam que a relação entre mães e filhos é feita não apenas de compreensão, mas também de equívocos - algumas vezes insanáveis. Diferenças de geração, conflitos religiosos, sexualidade libertária e contrastes culturais são os temas dessas narrativas, algumas das quais foram publicadas originalmente em coletâneas, jornais e periódicos como The Guardian, London Review of Books e The Faber Book of Best New Irish Short Stories.”

A mim, mãe aspirante ao tal “amor incondicional”, doeu e incomodou. Mas eu não sucumbi à desesperança do livro. Ou talvez a desesperança seja minha, nossa. Num mundo em que os filhos tornaram-se o centro de nossas existências (não, nem sempre foi assim), a literatura exerceu, com maestria, seu papel: nos desalojar do conforto de nós mesmos.

Assim, anote aí minha avaliação sobre a leitura desse volume ligeiro: instigante.


sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Quilts São Eternos

Quem adora uma câmera???


Quem me acompanha há algum tempo sabe que tenho um projeto em andamento, meu quilt de hexágonos. Não consigo nem precisar o mês em que essa paixonite aguda começou, mas penso que o primeiro post foi esse aqui.

Essa colcha vem merecendo minha atenção por que possui um detalhe distintivo: os hexágonos são pequeninos e totalmente costurados à mão. Comecei sem pretensão, mas fui me apaixonando, me envolvendo, me rendendo ao seu colorido, à sua bagunça de tecidos, à sua total ausência de padrão.

Ele me proporcionou receber a generosidade na forma de tecidos enviados pelas amigas de longe: Isa, Aninha e Nia; a dedicação de minutos do descanso roubados da minha ajudante-irmã: Ariane; e até a Norma, uma amiga do trabalho, tem me ajudado recortando novos hexies de papelão para colaborar com o projeto.

Porém, dia desses, como é comum em qualquer relação, fiquei sufocada. O motivo? Uma foto postada no facebook de um vestido deslumbrante, totalmente confeccionado com hexágonos, do estilista Jasper Conran.

*U*

Num comentário, minha angústia extravasada: “Desisto da colcha?” (É que, às vezes, a gente acha que não vai conseguir, não se vislumbra o fim...).

Graças a Deus, anjos escutam nossos interditos e, na hora, voaram dois em minha direção: a Andréa e a Cecília. Anjos – Ídolas – Irmãs Crafters – Blogueiras.

“Quilts são eternos”, sussurraram elas com encantos celestiais. Pronto: fui sugada de volta do umbral da dúvida e devolvida à razão.

É isso mesmo, garotas. Dure o tempo que durar, pois os quilts são para sempre.


domingo, 7 de outubro de 2012

Das pequenas alegrias cotidianas

As paixões devem estar sempre à mão.

Quando eu era mais jovem, ambicionava. Dei muita cabeçada e de vez em quando ainda dou... Porém, a maturidade tem me trazido o gosto pelas coisas simples.

Não que eu não consiga apreciar o valor de certos luxos. Acho que são experiências válidas, interessantes. Apenas sei que ter mais e mais não é o que me fará mais feliz.

Felicidades são pequenos vagalumes fugidios, lampejos na rotina, pequenas pérolas incrustadas na dureza do cotidiano. É preciso ter todos os sentidos abertos para percebê-los, esses pequenos vagalumes.


Delicadezas.

Ok, isso está soando meio Amélie Poulain, mas que mal há nisso? Vivemos imersos numa cultura que hiper-valoriza o consumo e, desde muito cedo, aprendemos - de todas as formas - que precisamos de coisas para sermos. Felizes. Desejados. Interessantes. Vitoriosos.

"Te amo, espanhola..."

Assim, caso você ainda não tenha percebido que a felicidade não existe e a persiga 24 horas por dia, sentindo-se pouco mais que uma ameba por não atingi-la enquanto todos os seus conhecidos parecem que já conseguiram tal façanha, faça uma pausa estratégica.


Uma rede habitada na varanda...

Apenas pare. Respire. Inspire. O mundo continuará girando apesar de você. Tente relaxar. O que é realmente importante para você? A ideia é viajar leve. É impressionante notar que podemos viver sem tanta bagagem. Quem você quer ter por perto? Por quê?

Para ilustrar esse post, fotos de vislumbres que enchem minha casa de cor, luz e alegria. Esses pequenos vagalumes. 


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