Dia desses Rafinha, meu mais novo, sai com essa, na volta
da escola: “Mãe, o Lucas é o meu próprio amigo!”. Bom, meus filhos são pródigos
em expressões engraçadas, não é novidade para quem acompanha o blog.
Mas fiquei pensando sobre a lógica do Rafa. Talvez ele
quisesse falar sobre o seu melhor amigo. Existe algo mais “próprio” que o
melhor amigo quando se tem três anos?
Nas minhas andanças na blogosfera, acabei conhecendo o
biscornu. Voltou minha comichão. Pra que serve? Quais as possibilidades de
usar? Aí resolvi fazer o meu próprio biscornu, a partir das orientações do blog
da Cecília e da Helena, o Quilts São Eternos e da Alexandrina, do
Matrioshka Biscornu, no qual você pode encontrar uma infinidade de modelos,
cada um mais interessante que o outro.
Bordei dois quadrados de 8 x 8cm e uni as pontas conforme
indicado nos tutoriais, a ponta de um quadrado na metade do lado do outro.
O
formato fica lindo, bem diferente e onírico, como eu gosto. Enchi com manta
acrílica e voilá! Tenho meu próprio biscornu! Optei por bordar com a
linha perlé, da Anchor, verde matizado. O ponto cruz ficou bem destacado, como
se fossem pequenas pérolas.
Pensei em usar este primeiro biscornu como porta alfinetes,
mas acho que também pode ser uma boa opção para presentear como sachê, por
exemplo. Ampliando o tamanho, poderia fazer almofadas super diferentes e
descoladas. Lá vem a comichão de novo... =)
Levei o biscurnu pro trabalho, para fazer a foto no gramado
e, depois, numa reunião, meu amigo Leandro inventou nova utilidade: massageador
anti-stress! Como este foi o uso mais inovador e como cada objeto encontra seu
dono, o meu primeiro biscornu é do Leozinho!
 |
| Leozinho vai ficar calminho... |