sexta-feira, 11 de junho de 2010

Capas para Garrafão: A Série




Depois de comprar metros e metros da Java de vagonite (branca e bege) e de ver uma linda capa minha manchada de vermelho (obrigada, Antonia...), resolvi fazer novas capas e, além de utilizar, presentear minhas amigas que usam garrafão. Queria também bordar um pedaço de um galho de cerejeira que vi numa revista e me pareceu extremamente desafiador. A idéia é usar vagonite de preenchimento e pontos livres no contorno e nos detalhes.

Depois de testar o corte e a costura com a capa “boudoir”, cortei novamente o tecido branco, por que achei que as cores se sobressairiam melhor. Fiz todo o preenchimento das flores, em seguida os contornos usando ponto haste, ponto atrás e ainda tentei o ponto palestrina, mas demorava demais e acabei perdendo a paciência. Os pistilos das flores foram feitos em ponto rococó. A borboleta azul foi executada em ponto atrás e ponto caseado, com um dos tons de azul mais bonitos com que já bordei (anchor, 433).

A seqüência de projetos é a seguinte: no momento, os girassóis da Jô. Já riscados, os peixes da minha irmã e, por fim, os capotes (galinhas d´angola) da Nathália, que ainda vou pesquisar. Não me recordo de ter qualquer risco destes pássaros, mas esta é a vantagem da técnica que estou utilizando. O risco pode vir mesmo de uma foto, sem a necessidade de uma receita específica, como no caso do ponto cruz.

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