domingo, 28 de abril de 2013

To-do-list on Pinterest #1 – quase lá




Uma das primeiras fotos que “pinei” no Pinterest foi este bordado de nomes, realizado para pequenos quadros. Este projeto é interessantímo, tanto pelo uso de pontos bem simples como pelo resultado inesperado. Wow!

Analisei a foto inúmeras vezes, depois fui em busca da fonte mais apropriada e, por fim, decidir contornar as letras com o nosso velho amigo, o ponto atrás. Em volta deste contorno, imaginei usar o ponto areia, só que cada ponto bem juntinho do outro, alguns se sobrepondo. Nem sei se é mesmo o ponto areia, neste caso...




Estou bordando num linho que ganhei, em tom de lilás, lindo, lindo. Achei o linho apropriado, para conferir um aspecto mais rústico ao conjunto. Vou usar este bordado num presente para a minha amiga Bruna e estou torcendo que ela goste.

O que vocês acham?


domingo, 21 de abril de 2013

Bread Pudding




Eu adoro sobras de pão, o que é bem difícil de acontecer lá em casa. Quando as tenho, invariavelmente elas viram fatias douradas em preguiçosas manhãs de domingo, acompanhadas de uma xícara de café recém-passado.

São desses pequenos prazeres secretos que dão aquele colorido especial à rotina, mas que somente você enxerga por que só existem na sua cabeça.

Aí eu decidi experimentar transformar minhas sobras de pão em bread pudding por que o apelo dos cubinhos de maçã e das passas encharcadas de rum junto com o pão molhadinho em leite, ovos, baunilha e açúcar foi demais pro meu pobre coração...

O cheiro deste bread pudding assando é qualquer coisa celestial. O resultado é muito bom, não muito doce, com o perfume da canela e a crocância da maçã. Da próxima vez, quero que fique ainda mais molhadinho, usarei menos pão e um tiquinho mais de açúcar...

A receita não tem segredo, a internet está cheia de muitas variações (só tome o cuidado de não confundir esta receita com o nosso brasileiríssimo pudim de pão, aquele feito com o pão batido com leite condensado no liquidificador, hein?). Que tal preparar um?


domingo, 14 de abril de 2013

Margaret Sherry Baby Quilt




Mais um projeto antigo concluído, ufa! Lembram destas letrinhas bordadas em ponto cruz usando o alfabeto da designer inglesa Margaret Sherry? Pois é, finalmente concluí a manta que foi o presente pelo nascimento do Victor, filho de uma amiga querida, a Joelise.

É uma manta bem rústica e colorida, para jogar no chão e deixar o bebê brincar. No topo, além das letras, tecidos coloridos em verde e azul. Na parte de trás, usei um algodão cru, bem resistente.



Vamos às dificuldades e aprendizados:

1)      A minha Singer é valente, mas doméstica. Não está preparada para quiltar, sobretudo quando a louca proprietária usa a manta acrílica mais grossa como recheio... O lado bom é que ficou bem “fofinho”.
2)      Os quadrados de tecido foram feitos muito antes de existir uma tábua de corte, réguas e cortadores específicos para patchwork lá em casa... Resultado? Pequenas diferenças que entreguei a Deus e coloquei na conta de ser uma primeira experiência.
3)      Comecei o trabalho sem, realmente, saber fazer a borda... Depois de muitos cursos virtuais, hoje posso até dizer que já sei, mas o acabamento desta manta mostra um pouco da minha inexperiência.
4)      Costurinhas tortas, de nervoso e cansaço... Ainda bem que a manta ficará no chão e não no berço... lol
5)      Não é possível costurar na minha máquina, com recheio, nada 1cm maior que este quilt. Foi realmente um trabalho de Hércules...
6)      Com as dificuldades para acertar a borda, pensar em cantinho das texturas era um pouco demais... Quem sabe na próxima?

Mas nem tudo foi só dificuldade. O resultado final até que ficou bonitinho e, como um toque especial, costurei atrás, com pontinhos invisíveis, uma etiqueta “de/para”, ideia do maravilhoso blog Gwenny Penny. Era para ser bordada, mas, no afã de terminar, acabei escrevendo com tinta para tecido mesmo.




O que acham? Fiquei um pouco insegura em presentear minha amiga com algo tão cheio de “defeitinhos”, gostaria de ter conseguido um resultado melhor...  Depois, considerei que esse projeto tem tanta alma, é algo que carrega a energia do que eu queria pros meus filhos quando eles eram menores...

Enfim, eu e Joelise somos amigas há tanto tempo que, espero, ela tenha perdoado as falhas e sentido a energia positiva que somente algo feito manualmente, durante longas horas e com todo carinho, pode proporcionar.


Meu Gui, posando com o quilt pronto, para vocês terem uma ideia do tamanho.

Bom domingo, boa semana!



domingo, 7 de abril de 2013

“If not now, when?”




Já comentei neste post o quanto gostei o livro da Keila Gon, Cores de Outono. E quando eu gosto de algo, quero compartilhar, evidentemente.

No caso do livro, ao terminar de lê-lo, lembrei da Nia e seu gosto pela magia, pelos romances... Aí decidi solicitar um exemplar à Keila, autografado especialmente para a minha amiga portuguesa. O toque handmade foi um marca-páginas em tons de azul e rosa, no qual bordei a frase do título deste post.




Não sei bem o porquê dessa frase ter mexido comigo... Acho que por ser um libelo a que vivamos o presente, não deixemos para o amanhã a felicidade, a mudança, a transformação. Qual o melhor momento para começar algo, para tomar uma decisão? Que momento poderá ser melhor que o momento presente?

Ok, você pode ter uma opinião diferente: às vezes, melhor mesmo é esperar. Válido. Mas esta é, também, uma decisão que se toma no presente, em detrimento de outras.




Como a Nia é uma pessoa, por assim dizer, que vive a filosofia “Carpe Diem”, acho que a frase soará bem, e com sentido, para ela. E que o livro possa encantar também seu coração, como encantou o meu.

Boa semana, pessoal!


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