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| Quase pronto?? Você que pensa... |
Minha irmã me incumbiu de montar outro quebra-cabeças. E eu
o subestimei. Foi do mesmo jeito com o concurso que prestei alguns fins de semanas atrás.
Aliás, essa foi a tônica daquele fim de semana... Subestimar a dificuldade das
coisas e, por isso mesmo, quebrar a cara (e a cabeça)... lol
Mas deixa eu te explicar. Comecemos pelo quebra-cabeças.
Depois de montar um Renoir, montar um puzzle com figuras, digamos, definidas,
parece mais fácil, concordam? Errado!! Primeiro, esse novo desafio tinha 1.000
peças. Depois, grandes áreas da mesma cor ou nuances. Tive que ter muita ajuda.
Mesmo.
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| Fiquei pensando se tinha alguma coisa a ver esse "índio-havaiano" sobre o Brasil... |
Quanto ao concurso, eu havia feito a inscrição, mas,
confesso, não estudei nada. Fui confiando no conhecimento que já tinha sobre o
tema, que é o meu de formação. Superestimei meu conhecimento acumulado e
percebi o quão desatualizada estou. Não foi tempo perdido por que me mostrou o
que preciso estudar se quiser realmente mudar de trabalho...
Voltei para casa, depois da prova, com um sentimento meio
ruim. O quebra-cabeças continuava despedaçado sobre a mesa. “Vou fazer um
brownie!”, pensei, quem sabe isso ajudaria a melhorar um pouco o astral da
tarde de domingo...
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| 12 anos???? Conta outra! |
Com a “ajuda” dos meninos e dos meus sobrinhos, fizemos um
brownie a muitas mãozinhas. Tinha tudo para dar certo, mas, novamente,
subestimei as necessidades da receita e... deu errado!!!! Lol
Resumo desta ópera?! Nos divertimos a valer, todos em volta
da mesa lutando com as pecinhas minúsculas, comendo o brownie duro e meio
queimado e pensando na maravilha que é estar vivo, saudável, junto de quem se
ama.
Errar? Fracassar? É só parte do jogo...






















