Eu acho muito
moderna a pessoa que tem etiqueta e isso vai além de saber usar os talheres
corretamente. Tem gente que passa pela vida leve, sem pisar nos calos de
ninguém, nem altiva nem serviçal, se sentindo confortável em sua própria pele.
Bonito, isso.
“Fulano tem
etiqueta” passa longe do estereótipo da educação grã-fina. Já estive em
pequenas casas do interior, compartilhando o almoço de famílias
semi-analfabetas que tinham muito mais etiqueta que o cara do carrão importado,
que não se importa em abrir o vidro e despejar sua má educação na via
pública...
Não, meus amigos,
ter etiqueta é ser cool! E isso ocorre por que a pessoa conhece seus
limites e respeita do limite dos demais. No entanto, lamento informa-los de que
estou longe de ter a etiqueta que almejo... Estou em processo, inacabada, por
que ainda falo desnecessariamente e julgo, julgo, julgo demais... Ter etiqueta
é aceitar as diferenças e não julgar, concordam?
Enquanto essa
etiqueta não vem, vou demarcando meu território com outras pequenas etiquetas
que materializam esses três anos de projetos e desafios: agora assino meus
trabalhos e fico mais confiante de mim mesma e da minha modernidade.
O processo é
longo e não termina aqui: quando a gente tem alguma etiqueta sempre acaba
querendo mais. Legal, não?
PS: Caso você
também queira experimentar, vale a pena conhecer o site da Haco Virtual.











