quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

As almofadas viajantes e uma mente sem memória


 

Preciso confessar uma coisa para vocês... Eu esqueci o aniversário do blog... Duas vezes!!!! Na verdade, é mesmo difícil acreditar que o blog já tem 31 meses de existência... Passou tão rápido!




Eu tinha planejado fazer um giveaway para comemorar, mas, diante da tal amnésia, isso pareceu meio sem sentido... Ao mesmo tempo, como agradecer apropriadamente às pessoas maravilhosas que têm me acompanhado, incentivado e ensinado tanto quase que diariamente? Algumas desde os primeiros posts, outras somadas ao longo do caminho, mas não menos importantes...

Assim, esse ano, resolvi fazer algo de diferente: coisinhas especiais que têm a ver com a história do blog.






Os presentes que viajaram são cópias da almofada que mostrei neste post. Esse bordado virou um pequeno hit tanto no blog quanto no Flickr. Eu o encontrei numa coletânea da Marie Claire Ideés e o primeiro foi executado com a linha verdade matizada.




Para ganhar um pouco de tempo, já que o bordado é fácil, porém não é pequeno, comprei capas prontas de almofadas, passei o risco (que mandei aumentar) e executei o bordado direto na capa. O avesso, como podem imaginar, não ficou perfeito nem poderá ser recoberto por outro tecido, infelizmente... Espero que as amigas presenteadas me perdoem esses detalhes... lol






A capa cinza escuro ganhou o bordado clarinho, a capa vermelha ficou ton-sur-ton, a capa marfim ganhou surreais galhos e folhas azul avatar. Continua em produção uma quarta capa listada, com o bordado em um dos seus tons mais escuros.

Gostaram?


terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Da arte de personalizar embalagens


 

Eu já contei o quanto gosto de envelopes e cartões, não? Talvez eu tenha esquecido de comentar que adoro embalagens originais! Lol A net está cheia de exemplos maravilhosos, cada um mais lindo que o outro.

Para mim, quando mais simples - e usando materiais que normalmente não usaríamos numa embalagem – melhor! Assim, guardo papéis diferentes, plásticos, fitas, flores artificiais, tudo!, para fazer minhas embalagens.

Hoje, quero apresentar dois exemplos recentes que fiz inspirada pelo site da Martha Stewart: o primeiro, para o caderno da Eri (mostrado neste post), e o segundo, para o livro da Karla (mostrado aqui).




Embalei o caderno da Eri numa folha de papel de seda branco, porém, como ficou um pouco transparente, cortei um retângulo de um plástico texturizado lindo que veio embalando a última TV que compramos. Esse plástico ajudou a encobrir a patch colagem e deu um brilho discreto. Amarrei tudo com a indefectível linha matizada que representa o Blog.




O presente da Karla enrolei primeiro com um papel crepom cinza. Por cima, uma tira de papel de seda vermelho (adoro essa combinação!). Depois de amarrar com a linha matizada, acrescentei uma flor de fuxico com crochê, que ganhei de uma tia. Como a combinação de cinza e vermelho poderia ficar um pouco fria, a flor deixou o presente mais caloroso, concordam?




E vocês? Personalizam suas embalagens também?


sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Cartões de Natal personalizados


 

Há alguns dias, fui numa gráfica perto de casa e mandei imprimir alguns papéis de carta e cartões personalizados. Apesar da atividade errática dos correios ultimamente e sem desmerecer todo o poder das comunicações eletrônicas, do qual me beneficio imensamente, receber uma carta à moda antiga tem seu valor, concordam? A ansiedade sobre o conteúdo, a textura do papel, o ato de abrir o envelope são experiências únicas.




Ok, até aí tudo bem, nada demais. Mas qual seria o meu toque handmade? Bota a cachola para funcionar, pensa, pensa, pensa, borda, borda, borda ( *pensando com as mãos e o coração* ) e voilá: temos cartões personalizados com pequenos bordadinhos em envelopes vestidos de Natal!





Como fazer os envelopes eu mostrei bem aqui. Os bordados eu já tinha apresentado aqui.



A montagem não consumiu mais que alguns minutos. Após os cartões feitos, colei os bordados à entretela termocolante com o auxílio do ferro de passar. Depois de frios, recortei cada um e retirei a parte lisa do papel que ficou no avesso de cada bordado. Cada um virou um adesivo que foi, simplesmente, fixado ao cartão. Fácil demais, não?





Achei o efeito bem interessante. Será que estes cartõezinhos angariarão sorrisos durante suas chegadas?? Tomara que sim...


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

“Don’t sweat the small stuff” e um marca páginas diferente


 

Como alguns sabem, eu estudo inglês e adoro. Durante um tempo, tentei manter uma versão em inglês do Linhas, porém, cada vez que eu via um dos meus  inúmeros erros, morria de vergonha dos leitores estrangeiros! lol Por fim, desisti... Vou estudar mais um pouco e, quem sabe, mais confiante, volto a postar em inglês. Erros ocorrerão de qualquer maneira, eu sei...

Nesse processo de aprender inglês, tive a sorte de conhecer a Karla, que acabou por tornar-se uma amiga muito querida. Temos vários pontos em comum: somos cancerianas, terminamos o mestrado praticamente ao mesmo tempo e adoramos séries de TV.




A Karla havia me falado algumas vezes sobre o livro “Don’t sweat the small stuff” e sobre o quanto a sua mensagem era positiva. Todos nós, em alguma medida, às vezes nos vemos presos pela autocomiseração, pela preocupação com detalhes tolos ou problemas menores. Se eu tivesse lido o livro, ele poderia dar um bom post para o “Linhas Escritas”...

Ocorre que eu vasculhei os sebos na internet em busca deste livro... para a Karla! Ele foi o meu presente de Natal para ela e representa um agradecimento especial pela nossa convivência durante este ano, seu empenho em compartilhar conhecimentos comigo.

Mas, opa! Nada handmade??? Impossível!!! Como eu vinha admirando há tempos com um marca-páginas diferente que eu vira na internet, resolvi arriscar fazer um para acompanhar o livro.




Usei uma fita de cetim vermelha com poás brancos. Fiz pregas na fita, alinhavando-as. Em seguida, preguei, à mão, um pedaço de elástico branco, tomando o cuidado de medir o tamanho do livro. Sobre o alinhavo das pregas, costurei pequenas miçangas vermelhas, para dar um brilhinho.




Achei o resultado bem feminino. E vocês?


sábado, 3 de dezembro de 2011

Uma guirlanda “bagunçada”


Visão da porta da frente com a guirlanda


Bem, o fato é que, a despeito de, no Nordeste do Brasil, as coroas de flores serem usadas para os funerais, eu as adoro bem ao estilo americano e europeu... lol Nada da tristeza da morte e tudo da alegria e da criatividade que vejo em milhares de exemplos diferentes na net (há guirlandas para todas as estações do ano!).

 

Assim, todo ano, mais que montar a árvore, adoro “ajeitar” a minha guirlanda. Digo “ajeitar” por que ela começou prontinha, comprada num bazar de Natal. Passados alguns anos, eu a desfiz e refiz com novos enfeites e isso virou uma tradição (que mostrei nesse post).

 

Ano passado já havia decidido que os animaizinhos da minha árvore iriam parar na guirlanda este ano. A idéia era decorá-la com todos os pássaros, borboletas e libélulas, além das flores, frutas e galhos.

 

Enquanto os meninos “arrumavam” (lol) a árvore, eu iniciei meu projeto: primeiro, retirando todos os enfeites do ano anterior e deixando apenas as folhagens verdes. Em seguida, estudei a disposição dos novos enfeites, para criar o clima “Natal na Floresta” que eu desejava. Depois, comecei o processo de fixar os enfeites, prendendo-os à base verde.


Detalhe dos meus passarinhos, borboletas e libélulas...

 

Os meninos, excitados com a “chegada” do Natal em nossa casa, corriam em volta de mim até que pararam para observar o que eu fazia. Nesse ponto, a guirlanda estava praticamente pronta: “Mas, mãe, ela vai ficar assim mesmo, toda bagunçada e cheia de coisas???”

 

Ah, a minha auto-estima... Como podem ver, recebo reforços positivos todos os dias... lol

 

Não me fiz de rogada e decidi “aumentar a bagunça”, pendurando um penduricalho a mais! No fim, eu confesso que fiquei louca pelo resultado por que tenho essa coisa meio kitsch habitando em mim: mais é mais e pronto!


Acha pouco enfeite? Que tal um pingente simplesinho embaixo?

 

Ela não será unanimidade, sobretudo em tempos da “hegemonia clean”... Mas, querem saber? Eu sinto um prazer enorme em contemplá-la sempre que chego e saio de casa... Tão primaveril, colorida, exagerada, brilhante!


Aí dá prá ver um pouquinho do hall de entrada.

O que acham? Será que exagerei mesmo na dose? Ideias para a próxima guirlanda? 



quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Capa para caderno com patch aplique e bordados



Olá!

 

Às vezes eu me fixo em algumas coisas, por exemplo músicas. Quando começo a ouvir um cantor que gosto, eu “esgoto” a música de tanto ouvir! lol É mesmo isso. Quando gosto de algo, sou muito intensa.

 

Como podem imaginar, isso tem vantagens e desvantagens... Já tive o tempo do mousse de maracujá, já tive o tempo do spinning e, agora, em termos de crafts, estou no momento “capas para cadernos”. Isso significa que adoro testar jeitos novos de fazer a mesma coisa!



 

Para a minha amiga Erilene, do Blog da Eri, fiz uma capa com suas cores preferidas, vermelho e verde. Aí, resolvi testar algo que vi num quilt de uma revista maravilhosa que a minha irmã me deu: um patch aplique de um galho e um pássaro. Optei por tons semelhantes para o corpo do passarinho, cortado em um tecido de listas.



 

Os moldes da revista foram transferidos para o papel termocolante e, este, para o avesso dos tecidos. O acabamento, fiz com bordados diferentes por que não queria usar o ponto caseado (que é comum neste tipo de acabamento). Assim, após colar as partes à capa, optei pelo simples alinhavo no pássaro e, no galho e nas folhas, com um pouquinho mais de trabalho, fiz um ponto de efeito incrível, chamado Loop Stitch ou Ponto de Centopeia. O biquinho e o olho foram bordados em ponto cheio.



 

Para fechar o caderno, optei por fitas vermelhas para dar um laço, bem feminino.



 

Espero que o presente seja útil à minha amiga escritora. Gostaram da ideia? Será que ainda encontrarei coisas diferentes a fazer com estas capinhas??? Lol



sábado, 26 de novembro de 2011

Ideias para a festa de aniversário: Chapeuzinho Vermelho



Durante a minha infância, as festas de aniversário dos meus amigos – sim, dos amigos, por que a gente mesmo nunca teve festas de aniversário... – eram sempre em casa. As mães cuidavam da comida, decoração, bolo, lembrancinhas. Não tinha esse negócio de mega festas cheias de pirotecnias, em buffets cujos preços astronômicos certamente pagariam uma belíssima viagem em família...

 

Pois bem, as recordações daquele tempo podem ter colaborado com o desenvolvimento dessa minha cabeça craft. As soluções eram muito boas! Desde os bolos falsos, de dentro dos quais saíam fatias de bolo devidamente embaladas, para facilitar a distribuição no final da festa, às lembrancinhas personalizadas, tão em moda atualmente.

 

Eu sempre acompanho os blogs nos quais as festas infantis são apresentadas, por que tenho dois leõezinhos que adoram festas, deles e dos amigos! Lol Adoro as soluções handmade, o cuidado com cada convidado, e acho salutar as festas para poucas crianças, nas quais o foco sejam as crianças se divertindo e não adultos se empanturrando de comida ruim e bebidas alcoólicas.

 

Quando a minha amiga Viviane disse que estava cuidando pessoalmente da decoração e dos demais detalhes do aniversário de 3 anos da Júlia, fiquei de orelhas em pé: isso poderia dar um post capaz de ajudar alguém interessado, concordam?



 

A festa aconteceu no salão de festas do prédio da Viviane e ela me surpreendeu com a riqueza dos detalhes, ainda que fossem coisas simples, que eu e você podemos arriscar fazer. Vamos começar pelas mesas, cujo centro é uma caixinha decorada com balões vermelhos e pirulitos decorados com miniaturas dos personagens, em EVA.



 

Na porta dos banheiros, a graça fica por conta do feminino e masculino: a chapeuzinho e o lobo. Super, super cute!



 

As lembrancinhas são um capítulo à parte: a cestinha da Chapeuzinho Vermelho, um livrinho com a história para colorir e caixinhas personalizadas, contendo as guloseimas.




 

Por fim, a mesa e o painel da parede. A Vivi me disse que procurou figuras na internet, as reproduziu em escala grande e, feito isso, as recortou no EVA, prendendo cada parte do painel na parede com grampeador adequado para este fim ou, em alguns casos, com fita crepe.




 

No centro da mesa, destaque para o bolo que, neste caso, foi encomendado e decorado com as figuras (comestíveis) da Chapeuzinho e do Lobo.




 

Os docinhos e outros miminhos para comer foram arrumados como se fosse um jardim, ou como o caminho da floresta, e pequenos coraçõezinhos cor de rosa foram espalhados sobre a toalha vermelha. Lindo, não?




 

Por fim, vale ressaltar que a Julia estava vestida com sua capa vermelha de Chapeuzinho e se divertiu muito em sua festa. Espero que possa ajudar-lhes com ideias para a sua própria festa. Ah, e obrigada à Vivi, por me autorizar mostrar um pouquinho desse momento especial!



sábado, 19 de novembro de 2011

Case para iPhone (ou outro celular menos favorecido...)


Esse tecido de gatinhos não é fofo???? Obrigada, Isa!


Minha irmã, depois de anos usando um celular bem simplesinho, todo quebrado (mas que ela adorava), cedeu à tentação e adentrou no mundo dos smart phones com um lindo iPhone branco.

 

Ela, como eu, usa o celular dentro da bolsa e, como podem imaginar, em meio a dezenas de outras coisas... Assim, me pediu uma bolsinha para guardar seu telefone.


Só me arrependi da costura branca... Preguiçosa...

Por coincidência, a Isa tinha falado neste post sobre um blog que recém descobrira: A Dog Named Banjo, e eu fui dar uma espiada por que se a Isa gosta de algo, pode confiar: é bom! Pois não é que o case para iPhone do mencionado blog veio bem a calhar na hora de fazer o case pra minha irmã???



Por dentro, azul e bolinhas coloridas.

Para iPods, iPhones ou outros celulares, esse case é muito apropriado. Usei o modelo sugerido no tutorial e tecidos escuros, a pedido da minha irmã. Aproveitei e fiz um para mim também, já que estou de celular novo (o último desapareceu misteriosamente das minhas coisas, ainda que não valesse nem R$ 50), e outro para uma amiga...


No case da minha irmã, vejam o detalhe do velcro.

Por dentro, pós brancos em fundo preto. Ela achou chic.

 

Não sou muito “tecnológica”, não vibro com gadgets, funções, acessos ou quaisquer outras coisas do mundo dos celulares, mas fico louca quando vejo cases diferentes, com tecidos interessantes, acabamentos esmerados. É isso: cada doido com sua mania!



No case da Diana, joaninhas e flores.

 

E vocês? Como guardam seus celulares? Usam algo handmade?



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