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domingo, 10 de novembro de 2013

Set de Panos de Prato – Patchwork e Crochê




Dia desses vi um tutorial sobre estas tais listras no padrão Chevron, que acho lindas, lindas. Decidi tentar, parecia tão fácil!

Optei por aplicar uma única listra num pano de prato, o que resultou bem eficaz como barra, concordam? O efeito ficou bem legal e aí decidi complementar o set de três paninhos com barras em crochê, tudo branquinho. 


Não sei vocês, mas tem dias que estou com uma vontade de fazer crochê...

Este conjuntinho é para mim mesma, para dar uma renovada na minha cozinha que, confesso, estava parecendo uma zona de guerra, com panos de prato furados, alguns quase pareciam trapos! “Casa de ferreiro, espeto de pau!”, diz o ditado. A mais pura verdade aqui em casa... LOL



São ótima sugestão de presente para a casa das amigas e as listras podem resultar em peças muito bonitas, para além da cozinha.

Espero que tenham gostado!


domingo, 29 de setembro de 2013

Semaninha de Panos de Prato: sugestão de presente para mães de bebês




A partir de um tecido lindo da Círculo, com bombons, bolos e cupcakes, e outros tecidos fiz esta semaninha de panos de prato, encomenda de uma amiga para presentear uma mamãe que espera seu bebê para este mês.

Como a minha cliente gosta de bordados, além das barrinhas, optei por bordar os dias da semana, usando a fonte Verdana e o ponto atrás.




A versatilidade deste ponto é infinita! Achei o resultado bem moderno, mas ainda vou experimentar bordar os nomes maiores e na vertical e, talvez, substituir a barrinha de tecido por um acabamento mais simples em crochês, por exemplo. 


De todo jeito, este é um presente inusitado e muito útil, concordam? 


domingo, 18 de agosto de 2013

Panos de Prato para uma cozinha masculina





Tenho uma amiga, a Aninha, que se mudou recentemente para Santa Catarina. A despeito da saudade que todos sentimos, ela pediu que “tomássemos conta” do filho, Lucas, que ficaria por aqui, estudando.

Para o Lucas, decidi fazer uns panos de prato, já que ele agora comandará a própria cozinha. Para facilitar a vida do rapaz, os panos têm um jeitão mais simples e, como diria o Gui, “desdetalhado” (sem muitos enfeites. Lol).

Uma única combinação de estampas e outros dois apenas com a barrinha simples em crochê.

O Lucas começa uma nova etapa na vida, assim como a Aninha. Do meu turno, morar sozinha, na Capital, desde os 15 anos, ajudou a consolidar minha personalidade e, decididamente, me tornou uma pessoa mais forte e independente.

Para os leitores de fora do Brasil, ressaltar esse fato pode parecer exagero, mas a verdade é que os filhos brasileiros têm hesitado cada vez mais em sair de casa e perder os confortos da vida em família...

Como será quando meus pequenos passarinhos decidirem voar?


domingo, 5 de maio de 2013

Patch Apliqué para meninos





Uma amiga encomendou-me algo que acabou tornando-se, na minha opinião, uma boa opção de presentes para bebês recém-nascidos: uma semaninha de panos de prato com temas infantis.

Acho que todo mundo que tem bebê novinho em casa separa seus utensílios, inclusive os panos de prato que serão usados somente para as coisinhas dos pequenos.







Optei pela técnica do patch apliqué e acrescentei alguns detalhes em pontos livres. Esses panos de prato, evidentemente, serão usados de uma maneira mais “leve” que aqueles do dia-a-dia e, por isso mesmo, são um pouco mais trabalhados.

Primeiro, costurei as barras em tecidos nos tons pedidos. Depois, selecionei os desenhos Neste caso, usei a entretela termocolante e não a cola para tecidos, o que acabou sendo uma opção mais rápida (e limpa!).







Por último, o acabamento com os bordados, o que termina sendo a etapa mais demorada e mais divertida.

Gostaram do resultado?


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Retrospectiva 2012


Eu adoro ver as retrospectivas dos blogs que acompanho... Ainda que fique com a sensação que os outros sempre conseguem fazer mais que eu... Esse ano, esta sensação foi ainda mais forte. Ao mesmo tempo, porém, foi um período maravilhoso de consolidação de amizades oriundas deste mundo virtual.

A palavra de ordem de 2012 foi patchwork. Os bordados ficaram em segundo plano e a estrela do ano foi meu quilt de hexágonos. Há quantos anos venho trabalhando nele? Nem sei mais, aceitei sua eternidade. Vamos ver os destaques mês a mês?


Janeiro: tempo de recomeçar, nada de trabalhos manuais. Segui o conselho da Andréa e organizei meus livros por cor, o que foi maravilhosamente mantido ao longo do ano e o será para sempre.


Fevereiro: o mês marcou o resultado o meu primeiro Giveaway, trabalhei mais, fiz uma toalha com patch aplique, uma lixeirinha para o carro com sobras de uma calça jeans e comecei um bordado lindo, que infelizmente tornou-se um UFO...


Março: adoro esse mês e, de tão inspirada, escrevi minha primeira poesia. Esse foi um período de bordados: almofada em ponto reto, bem retrô, uma toalha em ponto russo em lilás e panos de prato com uma aplicação diferente.


Abril: Se eu tivesse que escolher um único trabalho em bordado para representar o ano, seria o da bicicleta, feito a partir da ilustração do Cabelo. Essa almofadinha voou para o Rio, para encontrar minha amiga Polly. Além deste bordado, a árvore da Rita ficou pronta, bordei muitos panos de prato e fiz algum crochê.


Maio: o PAP dos espelhos decorados com pastilhas acabou se tornando um hit, e ainda tivemos uma maravilhosa tarde em família. Continuei com o crochê e novos paninhos de prato surgiram.


Junho: bordei uma girafa em ponto cruz, para minha primeira troca no blog Margaret Sherry Lovers. Os hexágonos continuaram dominantes e vi que se pode aproveitar sobras de sacaria.


Julho: o mês do meu aniversário foi cheio de presentes. Para os leitores do blog, disponibilizei um PAP sobre como aplicar barra de tecido em panos de prato, mostrei a aplicação da girafa numa capa de caderno e estudos para uma almofada “Cora Coralina”, inspirada pela arte da Helena, do Quilts São Eternos. Um pouco de ousadia minha.


Agosto: Uma deliciosa surpresa chegou do Paraná, na forma de uma caixa mágica, recheada de itens de papelaria. Ótima sugestão de presente para viciadas em embalagens como eu. O que eu fiz? Hexágonos. Como uma louca.


Setembro: neste mês, mostrei como montar sua própria Memorabilia. Essa é uma parte da minha casa que eu adoro e que me conforta sempre. Craft o quê???? Hexies!!!!!!


Outubro: a bruxa estava solta, quase desisti do meu quilt de hexágonos! Ainda bem que duas fadas me convenceram a continuar... Afinal, Quilts São Eternos!


Novembro: esse foi o mês do aproveitamento, objetivo ancestral do patchwork. Tirinhas de tecido viraram barras para panos de prato e eu testei o padrão braid, ou trança.



Dezembro: a almofada da minha amiga Karla finalmente ficou pronta, com o padrão trançado e um delicado bordado em ponto atrás. Para continuar a tradição, fiz novamente meus cartões de natal, dessa vez usando feltro e botões.

Ufa! Que post longo! Espero que não se tenham cansado em demasia. Um 2013 com muitos crafts para todos nós. 


domingo, 25 de novembro de 2012

Ainda sobre aproveitamento: padrão "trança" (braid)

Direito.

Como quem lê este bloguinho já sabe, estou envolvida num projeto de longo prazo, minha eterna colcha de hexágonos. Para este projeto, tenho recebido tecidos de amigas de todo lugar, desde pedacinhos até pedações.

Ocorre que sobram muitas tiras de tecidos e, como mostrado no post anterior, elas são absolutamente interessantes. 

Avesso.

Num belo dia, vi uma colcha linda da querida Cecília, do Quilts São Eternos, feita com o padrão chamado “Trança” (braid). Alguns tutoriais depois, o uso das tirinhas ganharam forma na minha cabeça e, depois, num teste na máquina de costura.

Mais difícil que acertar as tirinhas e costurá-las é, sem dúvida, conseguir harmonia, ou lidar com a total ausência de padrão. A primeira tentativa resultou em uma tira de patchwork bem colorida e, logo, todas as tirinhas haviam sido completamente utilizadas e eu já cortava novos tecidos! 



Aplicada na sacaria de algodão, a trança resultou num pano de prato bem diferente. As demais foram reservadas para um projeto muito especial, do qual falarei mais à frente. Espero que tenham gostado de mais essa sugestão para usar seus retalhinhos.

Boa semana, com paz e serenidade!


domingo, 18 de novembro de 2012

Como Aproveitar Tirinhas de Tecidos

Durante.

Patchwork é a arte de reaproveitar. Nada mais sustentável, concordam? Natural que a força deste craft tenha atravessado o tempo e encontrado sempre novos adeptos ao redor do globo. Existe uma certa magia em ver pedacinhos desconexos tornarem-se algo novo, criar um padrão, renascer em coisas diferentes...

Após cortados os hexágonos, sobram, às vezes, tirinhas de tecido que bem poderiam ir pro lixo, não fosse um olhar de reaproveitamento e uma dose de paciência – o que não faz a mal a ninguém, diga-se de passagem.


Antes.

A ideia não é nova e a tenho visto formas diferentes de aproveitamento em  alguns blogs.

Unidas, meio que por tonalidades semelhantes, as tirinhas viraram barrinhas de panos de prato. Para o acabamento, sobras de materiais os mais diferentes: fitas de gorgurão, bicos, vieses. Simples, barato e, perdoem esse auto-elogio, com um certo charme.


Depois.

Neste caso, não se busca a perfeição, apenas o colorido e a alegria. Coisas que também, convenhamos, não fazem mal a ninguém e podem energizar sua casa. Gostaram do resultado?


Detalhes...

Uma boa semana a todos!


domingo, 11 de novembro de 2012

A Caixa Mágica: Sugestão para embalagens




A Andréa me deu um dos melhores presentes de aniversário que já recebi na vida. Sério.

A gente nunca se encontrou, todos os nossos contatos foram apenas via internet. Nunca sequer nos falamos por telefone. Mas ela conseguiu enviar-me algo que, além de útil, é minha cara. São raras as pessoas que possuem essa competência, eu acho.

Leu um pouco da minha alma no blog, teve a sensibilidade de reconhecer alguns interesses e, voilà!, a caixa mais interessante que eu jamais esperei ganhar se materializou na minha frente. Cheia de coisinhas para me permitir brincar de criar embalagens. Não é uma ideia bacana??




Pois é, minha querida Andréa, tenho usado muito seu presente. Os pacotes dos amiguinhos dos meninos ficaram mais coloridos, completos com seus cartõezinhos e fitas. O Rafa disse que, finalmente, eu estava fazendo presentes “de verdade” pros seus amigos!! Lol

Adoro embalagens. Guardo pedacinhos de fitas, papéis; adoro usar coisas diferentes para embalar presentes.




Os paninhos de prato da última encomenda eu enrolei e coloquei numa sacolinha decorada com uma das muitas figuras vintage da minha Caixa Mágica. A tag, com detalhes de coisinhas para casa, permitirá à cliente escrever uma pequena mensagem no verso. Um pedaço de papel de seda faz um charme extra, ocultando um pouco o conteúdo do presente.

Gostaram? Essa minha Caixa Mágica não é mesmo um parque de diversões particular?? 


domingo, 4 de novembro de 2012

Panos de Prato em Patchwork e a utilidade das coisas




Bom, eu e a máquina de costura fizemos as pazes dia desses. Não era nada muito sério, apenas um enfado como aqueles que são comuns em casamentos longos. Um certo desinteresse mútuo, uma vontade de fazer outras coisas, preguiça de investir na relação.

Não, o amor não havia morrido. Estava mais era hibernando, sua chama trêmula, mas não apagada. Já sentiram isso alguma vez?? Não adianta forçar, não é mesmo? Paciência.

Acontece que recebi uma encomenda e o pedido dizia: “Quero somente com patchwork!”.




A discussão da relação era inevitável, precisaríamos aparar algumas arestas. Tiramos o pó de nós duas, arrumamos os argumentos sobre a mesa. Ela, usando seu vestido novo, presente de uma admiradora nada secreta, a Andréa Cordeiro. Eu, acabrunhada, envergonhada de ausência, nem conseguia colocar a linha direito...

Mas, como os velhos casais, bastou o primeiro toque, o fremir delicado dos nossos movimentos, e a velha sintonia foi restabelecida. O sono terminara e o amor, a velha chama, brilhou forte, nova de novo.




Paninhos realizados, saudade aplacada, restou aquela conversa num fio de voz. “Vamos costurar mais um pouquinho?” “Sim, estava com saudades...” “Nossa, eu também... Não sei como consegui passar tanto tempo longe de você...” “Não vamos falar do passado, vem cá...”.

Eu fui. 

Mas isso é uma outra história...


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