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domingo, 18 de agosto de 2013

Panos de Prato para uma cozinha masculina





Tenho uma amiga, a Aninha, que se mudou recentemente para Santa Catarina. A despeito da saudade que todos sentimos, ela pediu que “tomássemos conta” do filho, Lucas, que ficaria por aqui, estudando.

Para o Lucas, decidi fazer uns panos de prato, já que ele agora comandará a própria cozinha. Para facilitar a vida do rapaz, os panos têm um jeitão mais simples e, como diria o Gui, “desdetalhado” (sem muitos enfeites. Lol).

Uma única combinação de estampas e outros dois apenas com a barrinha simples em crochê.

O Lucas começa uma nova etapa na vida, assim como a Aninha. Do meu turno, morar sozinha, na Capital, desde os 15 anos, ajudou a consolidar minha personalidade e, decididamente, me tornou uma pessoa mais forte e independente.

Para os leitores de fora do Brasil, ressaltar esse fato pode parecer exagero, mas a verdade é que os filhos brasileiros têm hesitado cada vez mais em sair de casa e perder os confortos da vida em família...

Como será quando meus pequenos passarinhos decidirem voar?


domingo, 4 de agosto de 2013

PAP - Sacola retornável (ecobag) com bordado aplicado





No aniversário do blog Margaret Sherry Lovers tivemos a oportunidade de participar de uma troca com tema livre. Optei pelo casal apaixonado, lembram?

Escolhido o bordado, faltava escolher onde aplicá-lo.

Todo mundo que me visita ocasionalmente já ouviu minhas reclamações sobre o Correio brasileiro... Pagamos caríssimo por um serviço sofrível! Como pode? Assim, os itens que costumo enviar para fora do país precisam ter embalagens otimizadas. Algumas pequenas coisas fazem uma enorme diferença no custo do envio...

Como eu remeteria meu bordado e os demais itens da troca para a Judith, que mora na Alemanha, pensei em algo útil e fácil de embalar.

A ecobag me pareceu uma boa solução, tendo em vista sua utilidade. Decidi confeccioná-la em algodão rústico, daqueles usados para fazer forros de bolsas e bolsos, sem muitos detalhes, para realçar o bordado.

Pensei em aplicar o bordado como um bolso quadrado, mas quando o tirei do bastidor, a marca redonda no tecido me pareceu convidativa. Eu apenas recortei o tecido na forma arredondada, fiz os picotes, alinhavei e, por fim, costurei ao tecido, no parte da frente.







A ecobag foi super simples de fazer. Um retângulo dobrado ao meio, costurado nas laterais. De cada lado, costurei as alças e fiz o acabamento.


 

O único detalhe extra foi a costura nos cantos, na parte de baixo, para deixar o fundo da bolsa quadradinho.




Por último, fiz uma etiqueta do mesmo tecido com o nome da Judith bordado e um pequeno coração, só para dar um charme.




Vocês encontrarão inúmeros modelos de bolsas na internet e muitos vídeos ensinando a costurá-las. O meu jeito foi um tantinho mais intuitivo, mas gostei muito do resultado final.

Minha irmã disse que jamais usaria a ecobag como sacola retornável, por causa da delicadeza do bordado! Lol Mas eu espero que ela seja útil de alguma forma para a Judith.


domingo, 7 de julho de 2013

Conjunto de toalhas com hexágonos – aproveitamento de retalhos






Dito isto, e se você tiver disposição de procurar um pouquinho nos arquivos deste blog, verá que eu já postei algumas muitas vezes sobre o meu “trabalho de Penélope” – uma colcha com micro hexágonos, começada há uns bons dois anos.

Não, eu não a desmancho durante a noite, mas ela cresce tão devagarzinho que assim parece. Além disso, outras técnicas e trabalhos batalham por minha atenção e pelo meu parco tempo...

Enfim, por que ter hexágonos e não usá-los para outros fins? 




Para um presente de aniversário rápido, diferente, resolvi usar os hexágonos que tinha prontos, aplicando-os na barra de um conjunto de toalhas de banho. Fiz duas longas tiras e as costurei, com pontos invisíveis, no centro das barras.

Depois de costurados os hexágonos, achei que estava faltando alguma coisa... Decidi então fazer um detalhe em vermelho, com um ponto de alinhavo simples. Tomei apenas o cuidado de marcar a distância do bordado para os hexágonos, para ficar mais harmonioso.




O que acharam do resultado? Achei bem interessante na toalha branca, mas penso que ton sur ton também poderia ficar bem bonito. Espero que tenham gostado da ideia.


domingo, 23 de junho de 2013

E por falar em japoneses... Livros!



Não mostrei o suficiente deste maravilhoso presente que me foi enviado pela querida Isa, do delicioso blog Get Crafty Now!.

São dois livretos japoneses com motivos os mais diversos para o bordado livre. Segundo a Isa, eles são bastante antigos, mas estão em ótimo estado de conservação, concordam?




Precisa dizer que não me canso de olhar os detalhes, as minúcias desse tipo de arte? Também não canso de agradecer à Isa pela gentileza e atenção. Obrigada, amiga!!!




Mas estes não são os únicos residentes orientais da minha coleção; já mostrei outros exemplares antes, lembram?

Por último, seguindo o blog Pink Penguin da talentosa Ayumi Takahashi, fiquei sabendo sobre o lançamento do seu livro “Patchwork, please!” e não resisti. Depois de quatro meses de espera, o volume finalmente chegou e valeu a pena todos os dias de ansiedade para folheá-lo.





Lindo, diferente, cheio e grafismos e do zakka style patchwork que quero tentar um dia... lol


domingo, 5 de maio de 2013

Patch Apliqué para meninos





Uma amiga encomendou-me algo que acabou tornando-se, na minha opinião, uma boa opção de presentes para bebês recém-nascidos: uma semaninha de panos de prato com temas infantis.

Acho que todo mundo que tem bebê novinho em casa separa seus utensílios, inclusive os panos de prato que serão usados somente para as coisinhas dos pequenos.







Optei pela técnica do patch apliqué e acrescentei alguns detalhes em pontos livres. Esses panos de prato, evidentemente, serão usados de uma maneira mais “leve” que aqueles do dia-a-dia e, por isso mesmo, são um pouco mais trabalhados.

Primeiro, costurei as barras em tecidos nos tons pedidos. Depois, selecionei os desenhos Neste caso, usei a entretela termocolante e não a cola para tecidos, o que acabou sendo uma opção mais rápida (e limpa!).







Por último, o acabamento com os bordados, o que termina sendo a etapa mais demorada e mais divertida.

Gostaram do resultado?


domingo, 14 de abril de 2013

Margaret Sherry Baby Quilt




Mais um projeto antigo concluído, ufa! Lembram destas letrinhas bordadas em ponto cruz usando o alfabeto da designer inglesa Margaret Sherry? Pois é, finalmente concluí a manta que foi o presente pelo nascimento do Victor, filho de uma amiga querida, a Joelise.

É uma manta bem rústica e colorida, para jogar no chão e deixar o bebê brincar. No topo, além das letras, tecidos coloridos em verde e azul. Na parte de trás, usei um algodão cru, bem resistente.



Vamos às dificuldades e aprendizados:

1)      A minha Singer é valente, mas doméstica. Não está preparada para quiltar, sobretudo quando a louca proprietária usa a manta acrílica mais grossa como recheio... O lado bom é que ficou bem “fofinho”.
2)      Os quadrados de tecido foram feitos muito antes de existir uma tábua de corte, réguas e cortadores específicos para patchwork lá em casa... Resultado? Pequenas diferenças que entreguei a Deus e coloquei na conta de ser uma primeira experiência.
3)      Comecei o trabalho sem, realmente, saber fazer a borda... Depois de muitos cursos virtuais, hoje posso até dizer que já sei, mas o acabamento desta manta mostra um pouco da minha inexperiência.
4)      Costurinhas tortas, de nervoso e cansaço... Ainda bem que a manta ficará no chão e não no berço... lol
5)      Não é possível costurar na minha máquina, com recheio, nada 1cm maior que este quilt. Foi realmente um trabalho de Hércules...
6)      Com as dificuldades para acertar a borda, pensar em cantinho das texturas era um pouco demais... Quem sabe na próxima?

Mas nem tudo foi só dificuldade. O resultado final até que ficou bonitinho e, como um toque especial, costurei atrás, com pontinhos invisíveis, uma etiqueta “de/para”, ideia do maravilhoso blog Gwenny Penny. Era para ser bordada, mas, no afã de terminar, acabei escrevendo com tinta para tecido mesmo.




O que acham? Fiquei um pouco insegura em presentear minha amiga com algo tão cheio de “defeitinhos”, gostaria de ter conseguido um resultado melhor...  Depois, considerei que esse projeto tem tanta alma, é algo que carrega a energia do que eu queria pros meus filhos quando eles eram menores...

Enfim, eu e Joelise somos amigas há tanto tempo que, espero, ela tenha perdoado as falhas e sentido a energia positiva que somente algo feito manualmente, durante longas horas e com todo carinho, pode proporcionar.


Meu Gui, posando com o quilt pronto, para vocês terem uma ideia do tamanho.

Bom domingo, boa semana!



domingo, 7 de abril de 2013

“If not now, when?”




Já comentei neste post o quanto gostei o livro da Keila Gon, Cores de Outono. E quando eu gosto de algo, quero compartilhar, evidentemente.

No caso do livro, ao terminar de lê-lo, lembrei da Nia e seu gosto pela magia, pelos romances... Aí decidi solicitar um exemplar à Keila, autografado especialmente para a minha amiga portuguesa. O toque handmade foi um marca-páginas em tons de azul e rosa, no qual bordei a frase do título deste post.




Não sei bem o porquê dessa frase ter mexido comigo... Acho que por ser um libelo a que vivamos o presente, não deixemos para o amanhã a felicidade, a mudança, a transformação. Qual o melhor momento para começar algo, para tomar uma decisão? Que momento poderá ser melhor que o momento presente?

Ok, você pode ter uma opinião diferente: às vezes, melhor mesmo é esperar. Válido. Mas esta é, também, uma decisão que se toma no presente, em detrimento de outras.




Como a Nia é uma pessoa, por assim dizer, que vive a filosofia “Carpe Diem”, acho que a frase soará bem, e com sentido, para ela. E que o livro possa encantar também seu coração, como encantou o meu.

Boa semana, pessoal!


domingo, 10 de março de 2013

Um bookmark diferente e por que é realmente verdade que na casa do ferreiro, seu espeto é de pau...




Eu tenho uma coleção de ditados que uso freqüentemente e nenhum deles é tão válido para mim mesma quanto este: “casa de ferreiro, espeto de pau”.

Coleciono marcadores de páginas e leio pra caramba, mas vivo perdendo as páginas da leitura ou usando o que tiver próximo de mim para marcar as páginas como tesouras, linhas, folhas soltas, enfim...

Jesus! Da última vez que eu praguejava com essa minha mania, meu marido disse: “Você não tem um marca-páginas????” Tenho. Vários. Lindos. Nacionais e internacionais. Mas ficam todos guardadinhos em minha caixinha especial de coleção...



Aí, pensando nesta ironia, resolvi usar um bordado que estava parado, começado numa etamine preta que, apesar de linda, é um horror de se trabalhar quando já não há luz natural. O que eu já havia bordado era exatamente do tamanho adequado para um bookmark...

Recortei a etamine e fiz um sanduíche com manta acrílica e duas camadas de tecido preto. Para decorar, um pedaço de sianinha branca. Simples assim. Particularmente, gostei muito do resultado e, em algum lugar da minha cabeça o adjetivo que vinha, recorrente, era: masculino...


sexta-feira, 1 de março de 2013

Linhas Escritas # O tempo entre costuras




Tem períodos em que “acerto a mão” na escolha de ótimos livros. Venho numa maré boa, lendo um livro excelente após outro.

Este, eu havia adquirido há tempos, motivada pelos comentários positivos sobre o romance, pelo termo “costura” no título e pelo fato de ter sido escrito por uma autora espanhola. Sim, eu vivo uma fase de descoberta dos novos best sellers espanhóis... E eles são excelentes.

Não me decepcionei. Este romance histórico é cativante, não conseguia parar de lê-lo. Portentoso, narra a vida de Sira Quiroga, uma costureirinha espanhola que, nos anos 30/40, sob o tumultuado contexto histórico da época, vê uma sucessão de fatos dramáticos mudarem radicalmente sua vida, lançando-a do momento mais idílico ao mais profundo desamparo.

O que a salva? A arte de costurar, aprendida desde criança.

Antes, eu copiava o texto de divulgação, mas, neste caso, gostaria de compartilhar com vocês um trecho do livro que me emocionou:

“E, então, aconteceu o inesperado. Nunca poderia ter imaginado que a sensação de ter de volta uma agulha nas mãos fosse tão gratificante. Aquelas colchas ásperas e aquele lençóis de tecido grosseiro nada tinham a ver com as sedas e musselinas do ateliê de dona Manuela, e os remendos de suas imperfeições distavam um mundo dos pespontos delicados que em outros tempos eu fazia para as roupas das grandes senhoras de Madri. A humilde sala de jantar de Candelaria também não se assemelhava ao ateliê de dona Manuela, nem a presença da garotinha moura e o vaivém incessante dos belicosos hóspedes tinham algo a ver com minhas antigas companheiras de labuta e o requinte de nossas clientes. Mas o movimento do punho era o mesmo, e a agulha voltava a correr veloz diante dos meus olhos, e meus dedos se empenhavam em dar a pontada perfeita, como durante anos eu havia feito, dia a dia, em outro local e com outros destinos. A satisfação de costurar de novo foi tão grande que durante duas horas me devolveu a tempos mais felizes e conseguiu dissolver temporariamente o peso de chumbo de minhas próprias misérias. Era como estar de volta a casa.” (p. 79)

O livro, já amplamente comentado em blogs de leitura e também de crafts, vale cada centavo e, mais, proporcionará momentos de leitura emocionantes, aprofundará seu conhecimento sobre os fatos de um período negro da história europeia e mundial e, de quebra, ainda apresentará uma heroína, para dizer o mínimo, interessante.

Anote aí minha avaliação: imperdível!


domingo, 10 de fevereiro de 2013

Easy ABC Quilt - Manta para Bebê com Ponto Cruz




Há algum tempo, eu e a Gislene resolvemos bordar todo o alfabeto da Margaret Sherry. Cada letra tem o seu animal inserido - em inglês, obviamente - e é um charme!

A ideia era fazer colchas pros meus meninos. O problema é que o projeto era grande demais, consumiu mais tempo que o previsto e, agora, os meus meninos é que estão grandes demais...




Eu já tinha aplicado os tecidos na maioria das letras bordadas, mas estas estavam guardadas há mais de um ano. Ocorre que uma amiga querida engravidou do segundo filho, que nasceu no último dia 28 de janeiro, e eu resolvi resgatar a ideia da manta, presente de nascimento.

Uni doze letras (infelizmente o V, inicial do bebê, ainda não havia sido bordado...) e consegui uma manta de 116cm x 88cm, sem os acabamentos, por enquanto. Achei o tamanho adequado para jogar no chão e deixar o bebê se divertir com os bichinhos e as cores.

Além disso, acho que vou usar a ideia do canto das texturas, que vi num trabalho da Andréa Cordeiro. O que acham?


domingo, 3 de fevereiro de 2013

Capa de Caderno em tecido




Aulas recomeçando, ótima oportunidade para presentear com capas de caderno personalizadas em tecido, não acham? Além disso, elas podem reunir as técnicas que você quiser: bordados os mais diversos, pintura, aplique, ou que mais sua imaginação mandar.

A primeira capa, vi no blog da Andréa. Este vídeo também me ajudou a compreender a técnica.




Para cadernos pequenos, a medida padrão é 24cm X 34cm. Para os grandes, 31,5cm X 45cm. Escolhidos os tecidos e o tamanho desejado, o esquema básico é bastante simples.

Você precisará de:

1 retângulo de manta acrílica;
1 retângulo do tecido que será a parte de dentro da capa;
2 retângulos correspondentes às duas metades cortadas do tamanho padrão escolhido, com o acabamento feito à máquina em uma das laterais (estas serão as abas, nas quais o caderno será inserido);
1 retângulo para a parte da frente, no qual você deverá, previamente, fazer a arte que desejar;
botões ou fitas para o fechamento.

Os vídeos o ajudarão a entender a montagem, mas o esquema básico de montagem do “sanduíche” é:

1º - manta acrílica
2° - tecido da parte de dentro, com o direito para cima
3º - as duas metades, com o direito do tecido para cima
4º - o tecido da frente, ou capa, com os detalhes para baixo, à esquerda.




O “sanduíche” deve ser costurado, deixando uma abertura de mais ou menos 10cm, que servirá para desvirar a capa. Desvirada, esta deve ser passada e a abertura fechada com pontos invisíveis. Fácil e rápido!




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