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quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Dos prazeres de viajar: culinária thai e uma sugestão de presente





Somos uma família que adora viajar e presentear!

Eu adoro a culinária tailandesa e não escondo isso de ninguém. Como adoro comer e adoro cozinhar, nada mais natural que tentar reproduzir os pratos deste país em casa, não?

Ocorre que não conseguia encontrar todos os ingredientes, sobretudo os temperos, na minha cidade... Dei uma buscada na internet, mas não consegui encontrar uma forma de encomendar os temperos específicos para o Pad Thai.

Eis que minha irmã e meu cunhado resolvem tirar umas pequenas férias fora do país e me trazem, de presente, uma caixa recheada de temperos!

Resolvi compartilhar por que a ideia deles pode ser uma excelente sugestão de presente para aquele seu amigo ou amiga que ama cozinhar e experimentar sabores novos! Eu, como podem imaginar, fiquei emocionada com a atenção deles e com a responsabilidade de preparar um menu degustação tailandês! Lol

Em breve, posto a receita e a foto do delicioso Pad Thai.


sábado, 1 de novembro de 2014

Linhas Escritas # Um Lugar na Janela: Relatos de Viagem



 

No último aniversário, minha amiga Bruna presenteou-me com este ligeiro volume de crônicas de viagem da escritora gaúcha Martha Medeiros. Eu adoro o jeito como a Martha escreve: leve, engraçado, inteligente, é impossível largar a leitura!

Já tinha outros livros dela, mas não conhecia este volume sobre suas experiências como viajante. Neste volume, Martha relata, de forma despretensiosa, suas aventuras – e perrengues – em lugares como Chile, Peru, Japão, Nova York, Hawai, entre outros destinos incríveis. 

Não é um guia de viagem, é uma coletânea sobre impressões, sentimentos, curiosidades e sobre tudo o que evoluímos quando viajamos. Mais que indicar destinos, Martha nos exorta a descobrir o prazer de viajar, de nos conhecermos melhor enquanto viajamos ou sobre a aventura que espera todos nós quando nos predispomos deixar o sofá e vagar por nossa própria cidade.

Texto de divulgação:

“Gosta de viajar? Não se importa com imprevistos? Almeja viver de verdade? Então você precisa embarcar nesta leitura leve e divertida da autora Martha Medeiros. No livro Um Lugar na Janela: Relatos de Viagem ela compartilha relatos sinceros, emocionantes e verdadeiros que aconteceram em todos os cantos que ela esteve. São memórias de viagens feitas a vários lugares do mundo, em diversas épocas de sua vida, aos vinte e poucos anos sem grana e, depois, mais estruturada, mas sempre com o mesmo espírito aventureiro. Você não vai encontrar um guia, mas sim recordações, que é o que se traz de melhor de uma viagem. O livro transmite o espírito de viajar. Com certeza, você vai se encantar e quem sabe até se identificar com alguma história. Comece a ler e bom passeio. "Aqui não há nada inventado, tudo aconteceu de verdade: as melhores lembranças, as grandes furadas ainda em tempos pré-internet, as paisagens de tirar o fôlego."

Como vocês sabem, amo viajar e adoro pesquisar sobre a cultura, os lugares, a culinária, todos os aspectos que envolvem o destino sonhado. Descobri que eu e Martha temos inúmeros pontos em comum quando o assunto é a forma como viajamos.

Como ela, estou mais interessada em gente do que em coisas. Não viajo para comprar, viajo para ter experiências. Não gosto de cumprir roteiros exaustivos pelos lugares turísticos, gosto de me perder e curtir experiências no meu tempo: quero ter motivos para voltar para aquele destino.

Cada cidade visitada me modifica e com algumas tive identificações imediatas, não passíveis de explicações racionais. Martha é uma autora que eu já admirava e com a qual, depois da leitura deste livro, passei a me identificar enquanto viajante.

Anote aí minha avaliação: IMPERDÍVEL! IMPOSSÍVEL LARGAR!




sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Linhas Escritas # Dez Mulheres



 

Mais uma excelente leitura possibilitada pelo Círculo do Livro do qual participo no trabalho, este livro me comoveu e arrebatou. Peguei-me lendo compulsivamente as histórias de dez mulheres que, como eu e você, disputamos espaços afetivos nesta contemporaneidade absurda e violenta.

Ricas ou pobres, jovens ou não, derrotadas ou ostentando um sucesso assustador, as mulheres possuem – como ponto comum – a terapeuta Natasha, que as reúne para que as suas histórias, quando contadas, possam ser resignificadas.

Vi-me um pouco em cada uma delas, vi minhas amigas, vi-nos em nossas incertezas, guerras íntimas, fragilidades... A ideia do livro é simples, mas o que pode nos ensinar mais que a simplicidade? O caleidoscópio das falas destas mulheres insiste em permanecer na minha mente como uma entidade feminina, na qual me reconheço e me aceito.

Bem poderia ser eu, narrando minhas dores, pequenos pecados, alegrias, frustrações. Por enquanto, recomendo que, se você puder, leia este livro e reflita.

Texto de divulgação:

Romance que mergulha nas relações afetivas do mundo atual com profundidade e leveza, Dez mulheres esteve por meses no topo da lista de mais vendidos no Chile, seu país de origem, e também na Itália, Argentina e Espanha. Nele, nove mulheres muito diferentes entre si, e que nunca se viram antes, compartilham as histórias de suas experiências de vida mais marcantes. Natasha, a terapeuta delas – e a décima personagem dessa história –, decide reuni-las com a convicção de que as feridas começam a sarar quando se rompem as cadeias do silêncio.

“O fantástico é que a solidão feminina se quebra com muita facilidade quando nos encontramos entre nós e nos reconhecemos. Por isso digo que as mulheres entre si nunca estão sós, os homens sim”, define a autora.

Através dos olhos de suas dez narradoras, que relatam momentos intensos que passaram, estão variadas perspectivas sobre a perda e o amor, a felicidade e a doença, o trabalho, casamentos, separações e a difícil vida com os filhos. As mulheres presentes no livro amam de uma maneira arriscada, entregando-se às paixões de uma forma única e arrebatadora.”

Anote aí minha avaliação: IMPERDÍVEL!!!!!


domingo, 28 de setembro de 2014

“Os melhores aromas estão nos pequenos frascos” – o presente da Valérie



 
Minha amiga francesa, a Valérie, há tempos achou engraçado um episódio da minha história recente e o presente que me enviou, por ocasião do meu aniversário este ano, teve origem na nossa troca de mensagens.

Ocorre que publiquei no meu Instagram a foto de um frasco do meu perfume preferido, Organza de Givenchy, com a válvula quebrada, o que me obrigou a comprar um frasco bem “chinfrim”, por pouco mais de R$ 1, para não perder o precioso e caro líquido.

Bom, funcionou, mas foi engraçado e o Monsieur Hubert de Givenchy provavelmente sentir-se-ia ofendido se visse minha “solução”.


Valérie me enviou, maravilhosamente embaladas numa caixinha de Swarovski, duas miniaturas de perfume, sendo uma delas do lindo frasco do Organza, que é uma pequena obra de arte.

Além deste mimo, outros me deixaram sorrindo de orelha a orelha com a atenção e o carinho deste minha amiga que, a despeito das atribulações do seu dia-a-dia, não esquece o meu aniversário.


Querida Valérie, já tive oportunidade de escrever-lhe para agradecer, mas as palavras nunca parecem suficientes! Obrigada do fundo do coração por seu carinho, que me enternece e me faz desejar muito o dia de conhecê-la pessoalmente! 


domingo, 21 de setembro de 2014

“Choose your own rebellion!” – o presente da Andréa




Continuando a saga dos incríveis presentes de aniversário deste ano, o presente da Andréa trouxe-me, além de um bastidor deliciosamente bordado num estilo vintage, uma importante mensagem, extremamente útil em qualquer época da vida, mas especialmente interessante à beira dos quarenta: “choose your own rebellion”.

As dores e as delícias da juventude ameaçam tornarem-se uma imagem no retrovisor, a maturidade se insinua mais como certeza do que como possibilidade, os filhos crescem em progressão geométrica e você precisa se reinventar, se refazer, se reencontrar, escolher novas – e próprias – formas de rebelar-se.


Rebelar-se contra o quê?!

Ah, contra o que te paralisa, o que te enfraquece, o que te sabota, o que te oprime, o que te faz esquecer de quem és, contra tudo que te faz esquecer dos passos que te trouxeram até aqui, contra as marcas no teu rosto, contra a felicidade irrealizável que te impede de viver plenamente as coisas simples, contra o sistema que te impõe um espelho impossível...

Obrigada, minha doce Andréa! Distraída que estava olhando o que vem se perdendo pelo caminho, esquecia de ver a estrada de possibilidades à minha frente. Seu presente foi como um alarme visual que me trouxe de volta aos trilhos: eu escolho minhas próprias rebeliões!

  
Mas rebelar-se para quê?!

Para ser mais inteira, viver mais o presente, aceitar a imutabilidade do que passou, internalizar a transitoriedade do bom e do ruim, cuidar mais do meu corpo, amar cada marca do meu rosto, encontrar novos interesses, reavivar antigos, fortalecer o espírito.

  
Para lembrar-me sempre de tudo isso, seu delicado bordado foi parar na minha Memorabilia e sua amizade tem lugar cativo no meu coração. Obrigada!  


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